O hedonismo
é uma das marcas do homem pós-moderno. Seu prazer individual imediato é o único
bem, princípio e fim da moral. Uma frase descreve bem nossa atitude quanto aos
prazeres: “os que não os vivem tem a
ilusão, enquanto os que vivem estão insatisfeitos”.
“Uma vida não
examinada não é digna de ser vivida” – Sócrates.
Durante a idade média viveu-se sob a opressão de
alguns dogmas que eram inquestionáveis. O homem moderno vive sob o dogma da
irracionalidade. Ele não tem atração pela reflexão, pois, como é senso comum,
“refletir não leva a lugar algum”. Nossa época é marcada pela improvisação e
pela espontaneidade, pela falta de ponderação dos caminhos pelos quais se anda.
Isso leva as pessoas a serem como folhas ao vento. A opinião que está na moda
torna-se sua religião, sua fé, sua bíblia, seu deus.
“Curta a vida,
faça o que der na cabeça, afinal a vida é curta”. Quando agimos pelo que
sentimos, sem pautar nossa vida por valores e anseios cristãos, ficamos
enfraquecidos e corremos o sério risco de ter um trágico fim.
Vivemos num mundo fortemente influenciado pelo
existencialismo e pelo capitalismo, que criam em nós uma ilusão de
independência, gerando egoísmo e insensibilidade. Diante disso, muitos perdem a
visão de interdependência social e creem-se inatingíveis.
Para satisfazer seus desejos de consumo e sua ânsia
pelo ter, enveredam por caminhos fraudulentos e desonestos. A qualidade de agir
com princípios morais sadios é um produto em escassez. Infelizmente, os
exemplos que temos, salvo algumas exceções, inclusive das nossas autoridades,
fazem-nos crer que se não agirmos assim também seremos taxados de otários.
Mas
para DEUS, o que vale mais, o ser ou o ter?
“Bom nome”
é um conceito popular para a palavra “Integridade”,
que significa fazer aquilo que é certo, não porque alguém está observando, mas
por amor ao bem e à verdade.
Agir fraudulenta e desonestamente, visando o lucro,
é uma forma de mentira. Aqueles que assim procedem, andam por um caminho
tortuoso, pois vivem atrás dos meios para encobrir sua culpa. A fraude e a
desonestidade associada à ganância são um laço, pois você fica preso à culpa
pela transgressão, à ansiedade de ser descoberto e ao medo das consequências.
Um bom nome
você não compra, mas constrói durante toda sua vida. Todavia, você pode
vendê-lo, e por uma pechincha, num único momento de descuido.

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