domingo, 23 de junho de 2013

IRRACIONALIDADE & DESONESTIDADE

O hedonismo é uma das marcas do homem pós-moderno. Seu prazer individual imediato é o único bem, princípio e fim da moral. Uma frase descreve bem nossa atitude quanto aos prazeres: “os que não os vivem tem a ilusão, enquanto os que vivem estão insatisfeitos”.

Uma vida não examinada não é digna de ser vivida” – Sócrates.

Durante a idade média viveu-se sob a opressão de alguns dogmas que eram inquestionáveis. O homem moderno vive sob o dogma da irracionalidade. Ele não tem atração pela reflexão, pois, como é senso comum, “refletir não leva a lugar algum”. Nossa época é marcada pela improvisação e pela espontaneidade, pela falta de ponderação dos caminhos pelos quais se anda. Isso leva as pessoas a serem como folhas ao vento. A opinião que está na moda torna-se sua religião, sua fé, sua bíblia, seu deus.

Curta a vida, faça o que der na cabeça, afinal a vida é curta”. Quando agimos pelo que sentimos, sem pautar nossa vida por valores e anseios cristãos, ficamos enfraquecidos e corremos o sério risco de ter um trágico fim.

Vivemos num mundo fortemente influenciado pelo existencialismo e pelo capitalismo, que criam em nós uma ilusão de independência, gerando egoísmo e insensibilidade. Diante disso, muitos perdem a visão de interdependência social e creem-se inatingíveis.

Para satisfazer seus desejos de consumo e sua ânsia pelo ter, enveredam por caminhos fraudulentos e desonestos. A qualidade de agir com princípios morais sadios é um produto em escassez. Infelizmente, os exemplos que temos, salvo algumas exceções, inclusive das nossas autoridades, fazem-nos crer que se não agirmos assim também seremos taxados de otários.

Mas para DEUS, o que vale mais, o ser ou o ter?

Bom nome” é um conceito popular para a palavra “Integridade”, que significa fazer aquilo que é certo, não porque alguém está observando, mas por amor ao bem e à verdade.

Agir fraudulenta e desonestamente, visando o lucro, é uma forma de mentira. Aqueles que assim procedem, andam por um caminho tortuoso, pois vivem atrás dos meios para encobrir sua culpa. A fraude e a desonestidade associada à ganância são um laço, pois você fica preso à culpa pela transgressão, à ansiedade de ser descoberto e ao medo das consequências.


Um bom nome você não compra, mas constrói durante toda sua vida. Todavia, você pode vendê-lo, e por uma pechincha, num único momento de descuido.

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